quarta-feira, 24 de maio de 2023

Vencedor do concurso para a criação de um logotipo para as Bibliotecas Escolares do Agrupamento

 


Já temos vencedor do concurso para a elaboração do novo logotipo da BE!

A proposta da Filipa Silva, do 12ºG, foi a que obteve mais votos do júri, composto por um elemento da Associação de Estudantes, dois da Associação de Pais, um da direção e pelas três professoras bibliotecárias do AERT3. 

A segunda mais votada foi a proposta da Açucena Alijaj, do 10ºI.

O terceiro lugar foi também para uma proposta da Filipa.



De acordo com o regulamento do concurso, o logotipo vencedor será ligeiramente alterado, de forma a melhor se enquadrar na imagem do AERT3.

A Filipa receberá um cartão FNAC no valor de 50 euros.

Todos os participantes receberão um Certificado de Participação.

A todos o nosso obrigado!

quarta-feira, 10 de maio de 2023

PRÓXIMA ATIVIDADE HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO

HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO

 Atividade exclusiva para turmas ou alunos individuais, acompanhados pelos respetivos professores. 

A Big Picture Films vai oferecer às escolas até 10 antestreias especiais de cinema e cada sessão levará no máximo 80 pessoas (inclui alunos e adultos).

Para tal, os alunos deverão desenhar, com a técnica que mais lhes convier, a sua versão de homem ou mulher aranha sob o mote:"Imagina que de repente te transformavas num dos homens ou mulheres aranha do Aranhaverso. Como serias? Qual seria o teu fato de super-herói?"

Os desenhos/ trabalhos serão avaliados por um júri que determinará os vencedores das 10 sessões de antestreias, sessões que se realizarão no dia 31 de maio. 

data-limite de participação é 17 de maio 2023.

Poster "Homem-Aranha: Através do Aranhaverso"


Duas imagens do filme "Homem-Aranha: Através do Aranhaverso"

Sinopse

Miles Morales regressa em Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, o segundo capítulo da saga do Aranhaverso premiada com um Oscar®.

Após o reencontro de Gwen Stacy com o amigo da vizinhança Homem-Aranha, este é catapultado através do Multiverso, onde conhece uma equipa de “pessoas-aranha” responsáveis pela sua proteção.

Porém, quando discordam acerca da forma de lidar com uma nova ameaça, Miles entra em conflito direto com a equipa.

Miles terá de redefinir o significado ser um herói para conseguir salvar as pessoas que mais ama.

ver mais em: https://escolaspt.pt/


terça-feira, 9 de maio de 2023

Hoje é dia da europa!

Dia da Europa

Autora do mês de maio

Em maio a autora do mês é J. K. Rowlling!

Biografia da autora:

J. K. Rowling é autora da série bestseller Harry Potter, constituída por sete volumes publicados entre 1997 e 2007, a qual já vendeu mais de 500 milhões de exemplares em todo o mundo e deu origem a oito grandes produções cinematográficas.

A autora escreveu ainda três livros cujas receitas revertem a favor de instituições de solidariedade: O Quidditch Através dos TemposMonstros Fantásticos e Onde Encontrá-los (a favor da Comic Relief) e os Contos de Beedle o Bardo (a favor da Lumos). Em 2012, J. K. Rowling lançou a plataforma digital Pottermore, através da qual os fãs da autora poderão encontrar novidades, artigos, reportagens e os seus textos mais recentes.
O seu primeiro romance para adultos, Uma Morte Súbita, foi publicado em setembro de 2012 e adaptado à televisão pela BBC em 2015. Os seus romances policiais, escritos sob o pseudónimo Robert Galbraith, foram publicados em 2013 (Quando o Cuco Chama), 2014 (O Bicho da Seda), 2015 (Carreira do Mal) e 2018 (Lethal White). Estes livros foram adaptados ao formato televisivo numa produção da Brontë Film & Television para a BBC e a HBO. J. K. Rowling foi convidada para fazer o discurso de abertura da cerimónia de formatura da Universidade de Harvard em 2008, posteriormente publicado numa edição ilustrada, em 2015, sob o título Uma Vida Muito Boa, cujas receitas revertem a favor da instituição de solidariedade a que preside, a Lumus, bem como de projetos da Universidade de Harvard.
Em 2016, J. K. Rowling colaborou com o escritor Jack Thorne e o encenador John Tiffany na peça de teatro intitulada Harry Potter e a Criança Amaldiçoada Partes Um e Dois, em cena no Palace Theatre, em Londres, e no Lyric Theatre, na Broadway, em Nova Iorque.
O guião da peça de teatro Harry Potter e a Criança Amaldiçoada Partes Um e Dois e o argumento do filme Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los foram publicados em 2016.
Pottermore Publishing é a editora digital global das séries Harry Potter e Monstros Fantásticos, bem como de outros audiolivros e ebooks do Mundo Mágico de Harry Potter. Tem como objetivo liderar a inovação no domínio da edição digital e reunir as novas gerações de leitores com os fãs de longa data, celebrando e dando vida às histórias que começaram com O Rapaz que Sobreviveu (1º capítulo de Harry Potter e a Pedra Filosofal).
A autora não está disponível para entrevistas ou outros eventos relacionados com a publicação do argumento do filme.



Ver mais em: 
https://www.wook.pt/autor/j-k-rowling/31969


Ebook com alguns dos livros da autora que existem na nossa biblioteca:



https://read.bookcreator.com/yYJ2yso6DRYMKmKLpbAcXUFWCRB2/xG453VJiQOWn2ALWQGs-AA
                                               
                                                                ver no padlet ao lado ou em:




                      Disponibilização de brochura CORESCOMTEXTO sobre a autora:



 

quarta-feira, 26 de abril de 2023

25 de abril na BEFMSI

O que foi o 25 de Abril?

Quando, a 25 de Abril de 1974, um grupo de jovens capitães levou a cabo um golpe de Estado que, em menos de 24 horas, derrubou a ditadura que dominava Portugal há mais quatro décadas, o rumo da história nacional mudou decisivamente.

As suas vidas, assim como as de milhares de portugueses, estavam prestes a alterar-se radicalmente. Em breve, o golpe deu lugar a uma Revolução que, durante quase dois anos, agitou o país, abrindo um amplo leque de possibilidades quanto ao caminho a seguir. 


Guerra colonial

Existe um amplo consenso quanto ao facto de o detonador do 25 de Abril ter sido a guerra colonial, iniciada em Angola, em 1961, e que rapidamente se estendeu a novas frentes (Guiné, 1963; Moçambique, 1964), sem solução militar à vista. 

Contribuindo determinantemente para a radicalização das oposições e da contestação social ao Estado Novo, a guerra teve um efeito mortal sobre as Forças Armadas, um dos pilares centrais do regime. Foi em resposta a nova legislação que visava suprir a falta de oficiais na frente de combate em África que, em setembro de 1973, se constitui o Movimento dos Capitães/Movimento das Forças Armadas.

A fase conspirativa foi relativamente breve, dando lugar um rápido processo de politização do Movimento. Os sinais de que o fim do regime estava iminente, perante a sua intransigência em manter o esforço de guerra, adensaram-se a partir de inícios de 1974, contando-se entre eles a publicação de Portugal e o Futuro (22 de fevereiro), a cerimónia da «brigada do reumático» (14 de março), a demissão dos generais Costa Gomes e António de Spínola da chefia do Estado-Maior General das Forças Armadas (15 de março) e a saída em falso do Regimento de Infantaria n.º 5, das Caldas da Rainha (16 de março).


Impacto internacional

 O impacto da intervenção dos capitães rapidamente transcendeu as fronteiras nacionais, num mundo dividido pela Guerra Fria e abalado pela recente crise petrolífera. Os que se apressaram a estabelecer um paralelo entre estes acontecimentos e os que, um ano antes, tinham ocorrido no Chile (“golpe Pinochet”), rapidamente se desenganam. 

Negando todos os modelos mais comuns de intervenção dos militares nos processos de mudança política, o golpe foi levado a cabo pela oficialidade intermédia (capitães e oficiais subalternos), à margem da hierarquia das Forças Armadas, e sem a interferência de partidos ou movimentos políticos. 

Além do mais, os Capitães de Abril apresentaram um programa de democratização em que, para além da restauração das liberdades fundamentais, se determinava a constituição de um governo civil e a realização de eleições livres. 

Do mesmo modo, imprevisivelmente, depois de mais de uma década a lutar nas frentes de África, iniciaram um processo de descolonização que se traduziu, a breve trecho, na concessão da independência aos antigos povos coloniais. Esta situação singular apanhou desprevenida a comunidade académica, mas também as elites dirigentes mundiais, a braços com a difícil tarefa de integrar o caso português na grelha de análise estabelecida. 

 

Duas interpretações

Os estudos sobre o 25 de Abril de 1974 têm oscilado entre duas linhas interpretativas opostas. Por um lado, os que destacam o seu pioneirismo, apresentando-o como um acontecimento precursor da terceira vaga de transições para a democracia. Por outro lado, os que salientam o seu “atraso”, filiando-o em movimentos revolucionários do passado. Adotando a expressão cunhada por S. Huntington, a primeira linha apresenta o 25 de Abril como inaugurador da vaga de democratizações do último terço do século XX. Antecipando o fim da ditadura militar grega em três meses, a transição pactuada de Adolfo Suárez em Espanha em dois anos e as transições na América do Sul e na Europa de Leste em uma e duas décadas, respetivamente, a experiência portuguesa abriu novos ângulos de análise sobre a mudança política e, muito particularmente, sobre os processos de democratização. 

Estas e outras realidades levam alguns autores a questionar a ideia de que Portugal foi precursor da terceira vaga de transições para a democracia, salientando, ao invés, o seu atraso. Filiando o 25 de Abril nas transformações inauguradas com a derrota militar dos regimes autoritários conservadores no decurso da II Guerra Mundial, apresentam o 25 de Abril como um 1945 renovado com ingredientes do Maio de 1968, datas perdidas em Portugal nas suas edições originais. Assim, mais do que um movimento pioneiro, o 25 de Abril deveria ser apresentado como o último exemplo de uma série de descolonizações dos impérios coloniais e de transição falhada para o socialismo.


Visto de fora

A originalidade da transição portuguesa foi, de imediato, assinalada pela imprensa internacional. A 6 de maio de 1974, a Newsweek chama a atenção para o facto de os portugueses sempre terem revelado uma “maneira muito sua” de fazer “as coisas”, utilizando como exemplo o facto de “mesmo aquele sangrento espetáculo ibérico, a tourada”, adquirir em Portugal “uma característica especial, cavalheiresca, pois o touro nunca é morto”. Todos os que, desde fora, observaram a evolução política portuguesa em 1974-1975 são unânimes em assinalar a sua excecionalidade. O jornalista do Le Monde Dominique Pouchin refere-se-lhe como o “último teatro leninista”, uma “Cuba na Europa do Sul”. As viagens de turismo cultural organizadas pela agência Nouvelles Frontières deixam patentes que, para os jovens europeus acabados de sair da experiência do Maio de 68, esta era a possibilidade de observar in loco o que apenas conheciam dos manuais. Portugal era um laboratório de análise política e social, onde decorria a última revolução de esquerda da Europa.


Os acontecimentos da Revolução

Os 19 meses de revolução são pródigos em acontecimentos: três tentativas frustradas de ‘golpe’ de Estado; seis governos provisórios; dois Presidentes da República; a intervenção dos militares na política; as alianças que os seus diversos setores estabelecem com diferentes grupos políticos e movimentos sociais; a ação dos partidos e movimentos políticos; as nacionalizações e o
desencadeamento da reforma agrária; as experiências de controlo operário e autogestão; a multiplicação das iniciativas populares; os casos República e Renascença e toda a turbulência que percorre o campo dos media; a desconfiança das potências ocidentais de que Portugal se transformasse num cavalo de Tróia da NATO; o debate sobre a essência do socialismo português, permitindo a coexistência de experiências e conceções radicais com projetos políticos mais tradicionais que apontavam para a instauração de uma democracia parlamentar de tipo ocidental ou, então, para um modelo estatizante, inspirado na experiência soviética; o peso esmagador da política que inunda as ruas, os quartéis, as fábricas, os campos. 

Todas as possibilidades estavam em aberto, sendo que, no final, esta foi “a Revolução possível e lúcida” (Eduardo Lourenço).

In: https://www.50anos25abril.pt/o-25-de-abril




terça-feira, 18 de abril de 2023

Autora do mês de abril!

  Em abril o autor do mês é Sopfia de Mello Breyner Andersen!



Biografia da Autora:

Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro de 1919, no Porto. Estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Em 1944 sai o seu primeiro livro de poemas, Poesia. Tem livros traduzidos em várias línguas e foi premiada, tendo recebido o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana. Sophia evoca nos seus versos os objetos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias. Casou com Francisco Sousa Tavares, em 1946, e passou a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis. Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Em 2014, os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional. A 6 de novembro de 2019, é-lhe concedido, a título póstumo, o Grande-Colar da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.


Ver mais em: https://www.wook.pt/autor/sophia-de-mello-breyner-andresen/652

Ebook com alguns dos livros da autora que existem na nossa biblioteca:




https://read.bookcreator.com/yYJ2yso6DRYMKmKLpbAcXUFWCRB2/OWEWT0LITqa_XSqoRn1RNg

                                                    
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segunda-feira, 27 de março de 2023

Dia dos Autores Europeus

O Dia dos Autores Europeus é uma iniciativa da Comissão Europeia que se
assinala pela primeira vez em 27 de março de 2023. A iniciativa visa voltar a
ligar as gerações mais jovens à leitura de livros e ajudá-las a descobrir a
 diversidade da literatura europeia.

Além de ajudar os jovens a relacionarem-se com os livros, esta celebração anual pretende mostrar como a literatura pode ser uma ferramenta para o empoderamento individual: livros e leitura podem levar a que as pessoas se envolvam com desafios sociais e pessoais contínuos.

O Dia é também uma oportunidade para enfatizar a importância de todos os programas e iniciativas já existentes em cada país da UE para promover a leitura.

Atividades organizadas durante o Dia dos Autores Europeus

1. Sessões de leitura nas escolas
As escolas secundárias de toda a UE são convidadas através da comunidade eTwinning e de outros canais a organizar sessões de leitura em voz alta com autores europeus. (Veja abaixo sugestões)

2. Digressão por autores europeus
A Comissão organiza uma viagem de autores europeus que visitarão escolas, bibliotecas e livrarias, que farão a leitura de uma das suas obras e incentivarão os alunos a descobrirem outros autores europeus.

3. Conferência sobre promoção da leitura
A Comissão Europeia organiza a 27 de março de 2023 uma conferência em Sófia (Bulgária) sobre promoção da leitura.
O evento (em que a RBE participa) reúne representantes dos ministérios da Cultura ou da Educação dos Estados-Membros, instituições públicas relevantes e organizações não governamentais nacionais ativas neste domínio, bem como organizações representativas dos sectores do livro e da cultura a nível europeu.


E nas bibliotecas escolares?

1. Sessões de leitura nas escolas
Coincidindo o Dia dos Autores Europeus com o primeiro dia da Semana da Leitura 2023, é possível que estejam já previstas sessões de leitura, pelo que talvez seja possível conjugar o que está previsto com essa iniciativa. Caso assim seja, sugerimos que as bibliotecas adiram ao desafio lançado pela Comissão Europeia:

      • Partilhem a fotografia favorita do evento nas redes sociais com a moldura da iniciativa: (descarreguem o kit de comunicação; recortem a fotografia para a tornarem  quadrada; coloquem a moldura em cima dela e partilhem nas redes sociais com a hashtag #ReadWithEurope!).
      • Depois da sessão de leitura, poderão também partilhar a experiência enviando para a Comissão Europeia  um e-mail com fotos ou vídeos e uma breve descrição.

2. Divulgação da iniciativa
Sugerimos também a divulgação do Dia dos Autores Europeus na escola e nos canais de comunicação da biblioteca, a partir do kit de comunicação descarregável.

3. Promoção de passatempo
A propósito desta data, a Rede de Bibliotecas Escolares propõe um passatempo para toda a comunidade e apela às bibliotecas escolares que, caso se enquadre nas suas iniciativas, o divulgue e estimule à participação.

 In: https://www.rbe.mec.pt/np4/dia-dos-autores-europeus.html